Paul Hardcastle

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SET MIX 47 Disco & Groove

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9109 – Biologia – Por que sentimos nojo?

Porque o nojo é vantajoso para a sobrevivência, então tornou-se uma herança evolutiva e cultural comum na humanidade. O nojo nos ajuda a ficar longe de coisas que podem nos adoecer, como comidas estragadas, secreções corporais e animais infectos (baratas, ratos etc.). Também há um componente cultural forte: a aversão instintiva nos leva ao desejo de aprender o que devemos evitar. Basicamente, o nojo te ajuda a sobreviver para procriar e passar a sabedoria e os genes adiante. A parte do cérebro responsável pelo nojo, a ínsula, também está ligada a emoções. Por isso sentimos nojo de coisas abstratas, como de crueldade e da política brasileira.

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7480 – Terapia genética aumenta em até 24% expectativa de vida de animais

Pela primeira vez, pesquisadores utilizaram terapia genética para combater doenças relacionadas ao envelhecimento e aumentar em até 24% a longevidade de animais. Em testes feitos com camundongos, a equipe teve sucesso ao fazer com que os animais passassem a produzir uma enzima que retarda o desgaste celular.
Embora outros trabalhos tenham conseguido prolongar a vida de animais, eles o fizeram por meio da alteração permanente de seus genes quando os animais ainda estavam em fase embrionária – abordagem inviável de ser feita em seres humanos. Agora, especialistas do Centro Nacional de Pesquisa em Câncer (CNIO, na sigla em espanhol), na Espanha, mostraram que a longevidade de animais pode ser aumentada com terapia genética aplicada na fase adulta.
Nos testes, os pesquisadores utilizaram camundongos considerados adultos (um ano de idade) e idosos (dois anos de idade). Após receberam a terapia genética, o primeiro grupo de animais viveu, em média, por 24% mais tempo, enquanto o grupo de camundongos idosos teve um aumento de 13% na expectativa de vida. Além da longevidade, relatou o estudo, a abordagem melhorou consideravelmente a saúde dos animais, retardando o surgimento de doenças relacionadas à idade, como osteoporose e resistência à insulina, e melhorando de funções que são pioradas com a idade, como a coordenação neuromuscular.
A terapia genética aplicada na pesquisa tinha o objetivo de fazer com que os animais passassem a produzir o gene da enzima telomerase. Tal enzima é essencial no retardo do processo de envelhecimento, pois recompõe os telômeros, estruturas localizadas na extremidade do cromossomo que encurtam ao longo da vida. Toda vez que uma célula se divide, o tamanho dos telômeros diminui até o ponto em que, de tão curtos, perdem as funções. Com isso, a célula para de se reproduzir ou morre. A ação da telomerase, portanto, impede os telômeros de diminuírem, reduzindo o desgaste tanto celular como do organismo todo. Na maioria das células de uma pessoa, porém, o gene que expressa a telomerase somente é ativado antes do nascimento e, de maneira geral, é inexpressivo em células adultas.
A equipe, então, modificou o DNA de um vírus para que seu material genético passasse a produzir a telomerase. Depois, os especialistas injetaram o vírus nos camundongos para que o material genético viral entrasse nas células dos animais e estes passassem a ativar a enzima. Segundo o artigo, após a terapia, a telomerase passou a ser ativada por um longo período de tempo, mostrando que, se a abordagem for aplicada clinicamente, é provável que só precise ser feita uma vez.

Um Pouco +
TERAPIA GENÉTICA
Tratamento que busca alterar o DNA de uma determinada célula, em busca de um resultado benéfico para a saúde de um paciente. Para isso, os cientistas precisam inserir um gene no núcleo da célula e fazer com que substitua outro, que na maioria das vezes está disfuncional. Os pesquisadores costumam usar como veículo desse gene um vírus ou retrovírus, pois esses vetores conseguem alterar o material genético de seu hospedeiro. Dentro da célula, o novo gene passa a fazer parte de seu DNA, e pode ser usado para tratar alguma doença.

TELÔMEROS
São as ‘tampas’ das extremidades do cromossomo, uma forma de proteção similar à presente nas pontas de um cadarço de tênis. Sempre que um cromossomo é replicado para a divisão celular, os telômeros encurtam. Esse encurtamento tem sido visto por diversos cientistas como um marcador biológico do envelhecimento, o relógio que marca a duração da vida de uma pessoa e sua condição de saúde. Sua regulação depende da enzima telomerase.

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7479 – Pesquisadores criam sorvete que previne doenças

Pesquisadores da USP desenvolveram o produto com menos gordura e mais vitaminas, fibras e cálcio, capaz de prevenir doenças como raquitismo e osteoporose, incentivar o sistema imunológico e até combater a desnutrição. Esse é o resultado de uma pesquisa realizada na Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), da USP de Piracicaba.
Segundo a pesquisadora Marina Leopoldina Lamounier, que desenvolveu o produto, a principal vantagem do sorvete é aumentar a ingestão de cálcio. A pesquisa mostra que 100 gramas fornecem quase três vezes a quantidade recomendada da substância para o dia.
Além dos benefícios, o produto tem menos gorduras, açúcares e sódio – essas coisinhas que, se consumidas em excesso, facilitam o desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas.
Agora vamos ao que realmente importa: o sabor do sorvete vem da polpa de mangaba – fruta típica do cerrado brasileiro, rica em vitamina C. Em uma escala de zero a dez, o produto recebeu sete pontos na análise que engloba, além do sabor, aspectos como aparência e textura. O índice supera a média que indica os produtos com potencial de boa aceitação no mercado.
O sorvete ainda não está disponível comercialmente, mas você já pode começar a campanha na sua casa.

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Malcom MacLaren, o pai do scratchim

Ouça World Famous:

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